O Inferno e o Lago de Fogo

Aos meus amigos, ofereço-lhes as epístolas abaixo para suas apreciações e opiniões, por me faltar as letras que lhes sobram e por cuidado e zelo com o nome e a imagem do respeitado Pr. Esequias Soares. Por favor, me envie suas opiniões.

Alcides Jamo Little Brown

Agradecemos a Deus pela existência e vida do nobre Pr. Esequias Soares, um homem digno de nota: uma das maiores cabeças eruditas sobre assuntos bíblicos evangélicos. Agradecemos também a Deus por sua simplicidade e humildade (Pr. Alcides Jamo Little Brown)

Avaliação bíblica sobre a doutrina da maldição eterna

Avaliação bíblica sobre a doutrina da maldição eterna

Inferno e lago de fogo são termos sinônimos usados nas Escrituras Sagradas para indicar o lugar de suplício eterno dos ímpios e incrédulos que rejeitam a Cristo. O objetivo no presente artigo não é provar na Bíblia a existência do inferno ardente, pois a sua realidade salta à vista de qualquer leitor da Palavra de Deus, mas explicar o sentido das palavras usadas para inferno e descrever a doutrina de modo que todos possam levar o assunto a sério. Deus adverte solenemente a todos em sua Palavra sobre o perigo da maldição eterna no inferno.

Um assunto sério

Há pregadores que evitam até mesmo falar sobre o inferno ardente, pois consideram um discurso muito duro, uma mensagem impopular; eles preferem enfatizar o amor de Deus. É natural que os cristãos sintam repulsa de um lugar que é o lixo do universo. Bom seria se não houvesse um lugar onde as criaturas humanas tenham de passar toda a eternidade em sofrimento indescritível.

Mas os nossos sentimentos nada têm que ver com os de Deus. Martin R. De Haan, médico e pregador americano, escreveu no século passado: “Eu também gostaria de poder crer que não houvesse um lugar de maldição eterna, mas, se eu cresse nisso, teria de jogar fora minha Bíblia, teria de fazer de Jesus um enganador, poderia violar qualquer lei, qualquer mandamento moral, teria de abandonar minha fé em um Deus santo e justo. Se não existe um julgamento eterno do qual preciso ser salvo, então também teria sido desnecessária a vinda do Salvador, sua morte teria sido um julgamento errado da parte de Deus, e a Bíblia se tornaria um livro de lendas obscuras e apavorantes, cheia de pessimismo”.

A mensagem deve ser pregada porque é bíblica, e o próprio nosso Senhor Jesus Cristo, o Redentor, o Salvador do mundo, cheio de amor e misericórdia, pregou sobre o tema: “E digo-vos, amigos meus: não temais os que matam o corpo e depois não têm mais o que fazer. Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, vos digo, a esse temei” (Lc 12.4,5). Essa solene advertência reaparece diversas vezes nos evangelhos mostrando o perigo do suplício eterno no inferno. O assunto está presente em todo o Novo Testamento. Mas, infelizmente, o inferno é mais falado no dia a dia, como piada e chacota, do que mesmo nos púlpitos de igrejas. Essas piadas mostram que tais pessoas não levam o assunto a sério. O humanista holandês Erasmo de Roterdã, ao comentar sobre o “entusiasmo” com que os teólogos de Paris escreviam sobre o inferno, afirmou “que eles evidentemente deviam ter estado lá”.

A doutrina do inferno é rejeitada atualmente pelas Testemunhas de Jeová, pelos espíritas, pelos Adventistas do Sétimo Dia, pelas religiões transcendentais do Extremo Oriente, pelos ateus e pelos céticos. As seitas orientais, os ateus e os céticos negam publicamente a autoridade de Bíblia. Mas as Testemunhas de Jeová e os Adventistas do Sétimo Dia se consideram cristãos e afirmam crer na Bíblia.

O fundador do movimento das Testemunhas de Jeová, Charles Taze Russell, teve sua fé abalada quando estava com 16 anos de idade. Ao tentar ganhar um amigo para Cristo, não pôde defender com êxito suas crenças e perdeu a fé na Bíblia. O tema da discussão foi à doutrina do inferno ardente como lugar de suplício eterno para os infiéis. Com isso, ele se tornou incrédulo também. O combate a essa doutrina foi o brado de guerra com que Russell iniciou o seu movimento. Ele trouxe tal ensino dos adventistas e é mantido atualmente. No entanto, os principais dissidentes do movimento adventista de William Miller, como Jonas Wendell, George W. Stetson, George Storrs e Nelson H. Barbour, que se tornaram líderes religiosos independentes, são os ancestrais das Testemunhas de Jeová e foram os pais na fé de Russell. Ambos os movimentos, Testemunhas de Jeová e Adventistas do Sétimo Dia, negam a existência do inferno como lugar da maldição eterna dos ímpios e incrédulos.

O Sheol e o Hades

O Sheol e o Hades

A palavra “inferno” vem do latim infernus, que significa “lugar inferior”. Foi usada por Jerônimo, na Vulgata Latina, para traduzir do hebraico a palavra sheol, no Antigo Testamento, e do grego apalavra hades, no Novo Testamento, “Hades, a região dos mortos”. Mas translitera os termos tartaroo, “lançar ao Tártaro / ao inferno; prender no inferno”.

O Sheol e o Hades

O Sheol aparece 65 vezes no Velho Testamento, significando “o lugar invisível dos mortos” ou “a habitação dos mortos”. O fato de Sheol ser um lugar profundo e invisível aos olhos humanos justifica, às vezes, as diversas traduções do termo, como “inferno, sepultura, sepulcro, abismo, morte”.

A TRADUÇÃO BRASILEIRA TRADUZ O TERMO POR “SEPULTURA” EM 1 Reis 2. 6,9; Salmos 141.7; Provérbios 30.16; Eclesiastes 9.10; Cantares 8.6; e por “profundeza” apenas em Isaias 7.11.  Nas demais passagens, o termo hebraico é transliterado. Nos tempos do Antigo Testamento, tanto os justos como os injustos iam, na morte, para Sheol. Disse Jacó: “Pois com o choro hei de descer para meu filho ao Sheol” (Gn 37.35, Tradução Brasileira); e o salmista Davi afirmou: “Os iníquos hão de voltar para o Sheol” (Sl 9.17). Todos os homens, bons e maus iam para esse lugar, na morte. Na passagem do rico e de Lázaro, o rico foi para o Hades (Lc 16.23) e Lázaro, para o seio de Abraão (lc 16.22). Hades é o equivalente grego de Sheol na Septuaginta e aparece dez vezes no Novo Testamento. Antes da morte do Senhor Jesus Cristo, havia uma divisória no Sheol para separar os maus dos bons, nesse mundo invisível dos mortos. Agora, os salvos vão para o paraíso, ou “terceiro céu” (2 Co12.2; Ap 6. 9,10, onde esperam a ressurreição do corpo, enquanto os incrédulos aguardarão , em estado consciente,a ressurreição do corpo para o juízo final(Ap 20. 11-14.

Quando o Senhor Jesus morreu, desceu às partes mais baixas da terra e “levou cativo o cativeiro” Ef 4.8-10; 1 Pe 3.18-20), de modo que agora o Paraíso ou o Seio de Abrão se localiza no céu; no entanto,antes da ressurreição de Cristo ainda se situava no Sheol, no seio da terra.

O sentido dessa palavra é ampla, dependendo do contexto de como os tradutores interpretam o texto: “Mas Deus remirá a minha alma do poder do Sheol, pois ele me receberá” Sl 49.15; “E livraste a minha alma do mais profundo Sheol” (Sl86.13); “E a minha vida se aproxima do Sheol” (Sl 88.3). A Versão Almeida Corrigida emprega “sepultura” e a Atualizada, “morte”, nessas passagens. “Mas, se Jeová criar uma nova coisa, e a terra abrir a boca e os tragar com tudo o que lhes pertence, os vivos descerem ao Sheol; sabereis que estes homens desprezaram a Jeová” (Nm 16.30) A Versão Almeida Corrigida traduziu o termo por “sepulcro” e a Atualizada o termo “abismo”. “Os iníquos hão de voltar para Sheol, todas as nações que se esquecem de Deus” (Sl 9.17). Ambas as versões de Almeida traduzem o termo por “inferno”. “Como ovelhas são encurraladas no Sheol; a morte os pastoreia. Os justos dominam sobre eles de manhã, a sua formosura, consumi-la-á o Sheol, para não ter mais lugar onde habite” (SL 49.14). A Versão Almeida Corrigida traduziu o primeiro termo por “morte” e o segundo, por “sepultura”; a Atualizada emprega “sepultura” nas duas ocorrências.

O termo hades é traduzido por “inferno” nas Versões Almeida Corrigida e Atualizada, exceto em Lucas 16.23 e Atos 2.27-31, que a Corrigida translitera. A Atualizada traduz por “morte” (At 2.27-31 e por “Além” (Ap 20.13).

Nas dez passagens em que o termo aparece na Tradução Brasileira, eles estão transliterados. A idéia do  Hades no Novo Testamento como lugar ardente de tormentos para os iníquos só está presente em Lucas 16.23, mas como local provisório até o dia do Juízo Final (Ap 20 13,14).

As palavras “morte” e “inferno” (Is 28.15, ou seja, mawet e sheol, em habraico, ou thanatos e hades,em grego, na Septuaginta,são termos usados para personalizar a figura do demônio (Ap 6.8)e também para designar o julgamento final  (Ap 20.13,14). O versiculo 14 diz respeito ao fim de ambos: “a morte e o Hades foram lançados no lago de fogo” (Tradução Brasileira).

O amplo significado de hades não é diferente de sheol. Vejamos:

  1. Como o mundo invisivel dos mortos: “Pois não deixarás a minha alma no Hades, nem permitiras que o teu Santo veja a corrupção” (At 2.27). Essa profecia do livro dos Salmos 2.16 se cumpriu em Jesus. Quando ele foi crucificado seu corpo desceu à sepultura (Is 53.9; Jo 19.41,42), mas a sua alma foi ao Sheol / Hades (Sl 16.10; At 2.27). ”E tenho as chaves da morte e do inferno” (Ap 1.18) ou do Hades, na Tradução Brasileira. O Senhor Jesus está dizendo que tem autoridade sobre a morte e sobre o mundo invisível dos mortos. Hades tem também o sentido de morte: “Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16.18). A morte jamais derrotará a Igreja. A expressão  “portas do Hades”, usada na Tradução Brasileira,quer dizer que as estratégias de satanás, com suas hostes do mundo inferior, não poderão vencer a Igreja. “Porta”, no antigo Oriente, diz respeito à entrada e ao mesmo tempo à fortaleza da cidade. Assim, as fortalezas das trevas não terão poder para exterminar o povo de Deus.
  2. Como abismo: “E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos” (Mt 11.23). A tradução mais precisa para a expressão “serás abatida” e “descerás”, como aparece na Versão Almeida Atualizada e na Tradução Brasileira. Aqui e na passagem paralela (Lc 10.15), o termo grego para “infernos/inferno” é hades. Parece que esse discurso do Senhor Jesus está ligado à queda de Lúcifer, registrada em Isaías 14.11-15, onde aparecem os termos “abismo” e “Sheol”. Cafarnaum haveria de receber o mesmo castigo que recebeu o “filho da alva” (traduzido por Lúcifer –“portador de luz”, na Vulgata Latina). O termo aqui está vinculado à morte, mas também ao abismo (Ap 9.1,2; 20.1.

No entanto, o Hades não é ainda o inferno propriamente dito, mas o estagio intermediário dos mortos. Trata-se de uma prisão temporária, até que venha o dia do juízo. Os condenados estão lá conscientes e em tormentos (Lc 16.23), sabendo perfeitamente porque estão nesse lugar. Os perdidos se lembram das coisas dessa vida, como o rico se lembrou de seus irmãos (Lc 16.28,29). Eles estão aguardando o juízo final (Ap 20.23,14).

A Geena

A Geena é o inferno, o lago de fogo e de enxofre mencionado em Apocalipse 19.20; 20.14,15. O termoé uma corruptela grega da expressão hebraica gei-hinnom, “vale de Hinom”, da qual se originou o termo grego geenna, mas não aparece Septuaginta. Segundo a descrição bíblica, era o nome de um vale localizado no sul de Jerusalém (Js 15.8).  Nele eram sacrificadas as crianças, em ritual pagão, num lugar chamado “Tofete”, que significa “altar” (Jr 7.31). Aí alguns reis de Judá sacrificaram a ídolos, como no caso do rei Acaz (2 Cr 28.3) e de seu neto Manassés (2Rs 21.5; 2 Cr 33.4-7) O rei Josias, porém, fez uma devassa no local,tornando-o um jogar de lixo (Jr 7.31; 2 Rs 23.10).

O mundo judaico contemporâneo de Jesus cria que a Geena era o lugar onde os ímpios receberiam como castigo o sofrimento eterno. Desde os dias de Josias, o local foi transformado num deposito de lixo, onde o fogo ardia continuamente. Por volta do século I a.C., surgiu um significado metafórico que separou a Geena da localização geográfica, mas manteve sua natureza de fogo, e dessa forma, Geena, por si só, tornou-se inferno. O pensamento religioso judaico dos dias do ministério terreno de Jesus girava em torno de duas escolas rabínicas: Shammai e Hillel. Esses rabinos viveram na época de Herodes, o Grande. Segundo o Dr. Alfred Edersheim (erudito judeu convertido à fé cristã, 1825 – 1889, e, La Vida y los Tiempos de Jesus el Mesías, vol. 2, essas escolas ensinavam, o castigo eterno na Geena: “Antes de apresentar,ainda que seja brevemente, o ensino do Novo Testamento, parece desejável  estabelecer com certa precisão as idéias judaicas sobre este tema. Porque as idéias sustentadas no tempo de Cristo ,sejam quais foram estas idéias,Cristo não as contradisse, pelo menos diretamente, e, até onde nós podemos inferir,não tentou corrigi-las. E aqui, temos riqueza de materiais suficientes para uma historia das opiniões judaicas dos diferentes períodos sobre a eternidade dos castigos” (pag. 806).

A literatura apócrifo-apocalíptica (Livro de Enoque 90.26; IV Esdras 7.36; Oráculos Sibilinos 1.103; 2.291; 4.186), a talmúdica e de Qumran, de além de Filo de Alexandria e Josefo, revelam as crenças judaicas desse período, cujos reflexos encontramos no Novo Testamento. Edersheim apresenta uma enorme lista dessas citações. Citando a Mishná (segunda parte do Talmude, antiga literatura religiosa dos judeus), ele afirma que era crença dos rabinos daqueles dias que os gentios seriam castigados eternamente na Geena. Daí o fato de os fariseus buscarem tanto um prosélito, para depois se tornarem como um deles (Mt 23.15). Ele ainda declara à página 391 do volume: “No tempo de Cristo o castigo dos ímpios era considerado de duração eterna”. O mundo judaico contemporâneo de Jesus cria que a Geena era o lugar onde os ímpios receberiam como castigo o sofrimento eterno.

O termo Geena aparece 12 vezes no Novo Testamento e, excetuando-se Tiago 3.6, todas as demais estão nos evangelhos sinópticos. A Tradução Brasileira translitera essa palavra em todas as seguintes passagens: “estará sujeito à Geena de fogo […], pois te convém mais que se perca um dos membros, do que todo o teu corpo seja lançado na Geena” (Mt 5.22, 29, 30); “temei antes aquele que pode fazer perecer na Geena tanto a alma como o corpo” (Mt 10.28); “Temei aquele que, depois de matar, tem poder de lançar –vos na Geena” (Lc 12.5); “melhor é entrares na vida com um só dos teus olhos, do que, tendo dois, seres lançado na Geenad e fogo” (Mt 18.9); “e depois de feito, o tornais em dobro mais filho da Geena do que vós […]Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação da Geena?” (Mt 23.15, 33); “melhor é entrares na vida manco, do que, tendo dois pese duas mãos,ires para Geena, para inextinguível […]. Se o teu pé te servir de pedra de tropeço, corta-o; melhor é entrares na vida aleijado, do que, tendo dois pés,seres lançado na Geena[…] melhor é entrares no reino de Deus com um só de teus olhos, do que, tendo dois, seres lançado na Geena”(Mc 9.43, 45, 47).

“E a língua é um fogo. Como um mundo de iniqüidade está colocada entre os nossos membros a língua que contamina o corpo todo, e incendeia o curso da vida, e é incendiada pelo fogo da Geena” (Tg 3.6). Mas as versões Corrigida e Atualizada de Almeida, a Nova Tradução na Língua Portuguesa de Hoje e a Nova Versão Internacional traduzem Geena por “inferno”.

O Senhor Jesus Cristo empregou essa palavra como condenação eterna e não como destruição da alma. Ser lançado no fogo da Geena, sem faltar nenhum dos membros ou com todos eles, não faz a diferença na destruição. Somente em Tiago 3. 6 o termo não é usado metaforicamente como o lugar ardente do julgamento escatológico. É o inferno propriamente dito, o lago de fogo mencionado em Apocalipse 19. 20; 20.14,15.

O Tártaro

O termo grego tártaro só parece uma vez no Novo Testamento e é traduzido por “inferno” na Tradução Brasileira: “Pois se Deus não poupou a anjos,quando pecaram, mas lançou-os no inferno, e os entregou aos abismos de escuridão, para serem reservados para o juízo” (2 Pe 2.4).  Pelo fato de aparecer só uma vez, é necessário recorrer aos escritores clássicos para saber seu significado. Na literatura latina, o Tártaro representa o mesmo que o Hades significava para os gregos. Virgilio, na Eneida, descreve a descida de Enéias ao Tártaro, de forma semelhante à de Ulysses ao Hades, descrita por Homero na Odisséia. Os gregos o consideravam um lugar subterrâneo, mais baixo que o Hades, onde o castigo divino era aplicado. Segundo O Novo Dicionário da Bíblia, “é o termo clássico para indicar o lugar de punição eterna” (p. 746).

Esse mesmo local reaparece em Judas 6, sem usar o nome do referido lugar: “E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão, e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia”. O texto aqui se refere aos mesmos anjos decaídos mencionados em 2 Pedro 2.4. Essas passagens mostram que esses anjos de satanás já estão na prisão do Tártaro, lugar de trevas e de prisão. Eles são mais terríveis que todos os demais demônios, e é por isso que Deus não permitiu que ficassem soltos. Eles serão libertos, por um pouco de tempo, durante a Grande Tribulação, para atormentar os moradores da terra (Ap 9. 2-4.

Descrições bíblicas

“E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno” (Dn 12.2). No inferno, os perdidos se recordarão dos pecados cometidos, até mesmo das transgressões e iniqüidades intimas e esquecidas, pois sentirão vergonha e desprezo. A palavra profética se refere aqui à segunda morte, quando os iníquos serão banidos da glória de Deus para todo o sempre. O inferno é lugar d e paixões selvagens e desejos sensuais nunca satisfeitos, pois os perdidos levarão para o inferno os seus pecados: “Quem é injusto faça injustiça ainda; e quem está sujo suje-se ainda”(Ap 22.11). É como um dependente químico enlouquecido por vivenciar intenso estado de abstinência. Mas no inferno ele não terá narcótico e da mesma forma não poderá saciar os seus desejos pecaminosos.

O inferno ainda não foi inaugurado. “E a besta foi presa e, com ela, o falso profeta, que, diante dela, fizera os sinais com que enganou os que receberam o sinal da besta e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no ardente lago de fogo e de enxofre” ( Ap 19.20).

Essas duas personagens serão os primeiros moradores do inferno. Não precisarão morrer para irem primeiro ao Hades, mas, ainda vivos, irão diretos para o lago de fogo e enxofre. Somente mil anos depois é que Satanás se encontrará pessoalmente com eles, pois será também lançado nesse mesmo lugar (Ap 20.10), e por último , irão para este lugar todos os condenados da história: “ E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo” (Ap 20. 14, 15). A expressão “segunda morte” significa a condenação eterna. A palavra grega, aqui, para “morte” é thanatos, que traz a idéia de “separação”, e não “extinção”. Na morte física, a alma e o espírito separam-se do corpo. Essa é a primeira morte. Aqui, é a pessoa que será separada de Deus, banida da sua glória para todo o sempre, para nunca mais ser a luz.

O lago de fogo é uma fornalha que nunca se extingue: (E lançá-los-ão na fornalha de fogo: ali , haverá pranto e ranger de dentes” (Mt13. 49,50). Essa fornalha é também chamada de fogo eterno: “ Então, dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt 25.41). Trata-se de um lugar de densas trevas: “lançai-o nas trevas exteriores; ali, haverá pranto e ranger de dentes” (Mt 22. 13). Como disse o pregador americano, Robert L. Summer, com base nessa passagem bíblica, em sua mensagem  O inferno não é brincadeira”: “ O inferno é um eterno ‘boa noite’, visto que o sol nunca aparece naquela terra de angústia e desespero” (p 19). É uma viagem sem retorno, um bilhete só de ida, sem volta.

Uma questão de ordem moral

Quem considera irracional a existência dum inferno ardente está se arriscando confiar o seu destino eterno na sua própria razão, desprezando as Escrituras Sagradas. Mesmo assim, é sensato imaginar que tudo na vida tem seu lado positivo e seu lado negativo. Assim como há o bem, há também o mal; como há galardão, há castigo; como há amigos, há inimigos; como há benção, há maldição; como há verdadeiro, há mentiroso; como há justo, há injusto; como há vida, há morte; assim também como há céu, há inferno.

O inferno ardente parece contrariar o amor e a misericórdia de Deus quando analisada na superfície. A Bíblia deve ser recebida como ela é, e não conforme os sentimentos ou pensamentos humanos, que nada têm que ver com os de Deus. A pessoa que contesta o inferno tem opinião contrária à Palavra de Deus. A doutrina do inferno não neutraliza o amor de Deus, porque não pode haver amor sem justiça. Trata-se de uma realidade baseada nos princípios básicos da moral. O castigo eterno dos ímpios é uma vindicação da lei e a manifestação da santidade de Deus. Deus não tem prazer em condenar alguém, por isso “quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade” (1 Tm 2. 4). A prova do amor de Deus está no Calvário; Ele deu o seu Filho Unigênito para que sejam salvos (Jo 3. 16)e franqueou a todos as nações a sua salvação: “Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens” (Tt 2.11); “Mas Deus , não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens,e em todo lugar, que se arrependam” (At 17.30).

O castigo divino é escalonado, cada um recebe de acordo com a sua obra: “E o servo que soube a vontade do seu senhor e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites. Mas o que não soube e fez coisas dignas de açoites com poucos açoites será castigado. E a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou,muito mais se lhe pedirá” (Lc 12. 47, 48). Jesus disse que haverá menos rigor para Sodoma do que Cafarnaum (Mt 11. 24). No juízo final, cada um será julgado “segundo as suas obras” (Ap 20.12).

Assim, pregar a salvação em Cristo e o amor de Deus não isenta o pregador da responsabilidade de advertir o pecador quanto ao perigo da condenação eterna no inferno. O sermão de Jonathan Edwards, intitulado Pecadores nas Mãos de um Deus Irado, foi pregado em 8 de julho de 1741, num avivamento em que os soluços e gritos abafados tomaram conta do ambiente de modo, que algumas vezes o pregador interrompeu o sermão com voz embargada. Nem sempre o pecador se interessa pela bondade de Deus, portanto a sua justiça deve ser pregada como advertência do sofrimento eterno. Obreiro

Esequias Soares é líder da AD em Jundiaí (SP); Graduado em Letras e Hebraico pela FFLCH da Universidade de São Paulo (USP) e Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie; autor de diversos livros, artigos e comentários de Lições Bíblicas da Escola Dominical da CPAD, e presidente da Comissão de Apologética da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB).

Esequias Soares é líder da AD em Jundiaí (SP);
Graduado em Letras e Hebraico pela FFLCH da Universidade de São Paulo (USP) e Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie; autor de diversos livros, artigos e comentários de Lições Bíblicas da Escola Dominical da CPAD, e presidente da Comissão de Apologética da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB).

Leia nosso parecer:  O Senhor Jesus Cristo está voltando para inaugurar o inferno.

Edição completa: Leia o Jornal edição 184/ maio de 2015.


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Evangélicos são os piores e mais irresponsáveis pais do mundo:

 É isto mesmo, é lamentável, é horrível ver as famílias evangélicas como instrumentos de satanás para lançarem seus filhos nas trevas, que são as delegacias, prisões e cadeias de todo o país e do mundo. Por não obedeceram às determinações bíblicas que nos ensina a educar nossos filhos e os pais que são os maiores responsáveis por esta covardia e omissão, contrariando os conselhos do altíssimo Deus e do Senhor Jesus Cristo.

A falta de reverencia a Deus das crianças e adolescentes cristãos evangélicos nas naves das igrejas que se dizem protestantes, lá estão eles sob a influencia do diabo, pulando nas igrejas nas horas dos louvores e das pregações e seus pais ao invés de puni-los em suas casas, para não terem que passarem vexames nas igrejas, principalmente quando o pregador é de fora, e isto tem influenciado  os pregadores que por mais espirituais que sejam, eles se sentem constrangidos, ao ponto de perder a unção da pregação e os pais que não tem vergonha na cara,eles acham graça de ver seus filhos como cabritos pulando de banco em banco, com sapatos sujos, e aí dos pregadores ou pastores que chamar a atenção das crianças em oração e dizerem: Deus como tu sabes,as criancinhas e os animais são sensíveis as tentações do maligno, Senhor repreenda este demônios que estão usando nossas criancinhas para tirar a comunhão da igreja com Deus. Na hora as mães e os pais destas crianças endomoniadas se levantam e amaldiçoam ao pastor, e muitos vão embora raivosos e deixa de freqüentar a igreja, esquecendo eles que esta atitude mais diabólica ainda, enquanto Deus nos ordena dizendo? Filho meu, se fustigarem seu filho com vara, salvará sua alma do inferno, e eu não cobrarei de ti o sangue de seus filhos Provérbios: 23: 13, 14, ao contrário, Deus ainda diz: A disciplina usada no meu filho, dará descanso e delicias à minha alma.

Ao contrário das crianças evangélicas que são criadas por pais irresponsáveis, omissos, covardes e verdadeiros discípulos de satanás, uma vez que suas omissões na disciplina de seus filhos são todas lançadas nas cadeias e prisões do inferno, como castigo de Deus e lá nos fundos morféticos das prisões, eles por estarem longe de seus pais, eles aprendem as disciplinas de Deus, que seus pais lhes omitiram e todos em sua maioria voltam e se reconciliam com o Senhor Jesus Cristo e vão a igreja e se tornam grandes discípulos de Deus, pregando o Evangelho do Senhor Jesus Cristo a todos os demais presos.

Enquanto isto, como forma de castigo aos pais por não terem aplicado as devidas doutrinas em seus filhos, as mães são castigadas e humilhadas, tendo-as que passarem pelo vexame e vergonha de terem que se despirem de suas intimas e exporem suas nudez e órgãos genitais até arreganhando suas vaginas e bundas diante das seguranças que ainda com luvas nas mãos enfiam o dedo em suas  genitália para ver se não tem drogas, esse castigo horroroso é para todas as mães, sem exceção, todas tem que ficarem de cócoras para ver se cai alguma droga ou aparelho de celular.

É duro ter que usar nossa pena para descrever esta pouca vergonha que as famílias evangélicas passam, tendo em vista a falta de doutrina por parte das mães e dos pais evangélicos, que por isso satanás já lhes homenageou com os títulos de piores pais do mundo e colaboradores do diabo, para que o inferno que ainda não foi inaugurado seja cheio de filhos de crentes evangélicos e falsos protestantes, que se tornaram gospel e ainda existem falsos pastores e pastores irresponsáveis que ainda do púlpito incentiva as mães a não doutrinarem aos seus filhos, em desobediência a palavra de Deus.

Pr. Alcides Marronzinho em oração a Deus, pelas crianças e adolescentes evangélicos

Pr. Alcides Marronzinho em oração a Deus, pelas crianças e adolescentes evangélicos

Que Deus seja louvado e sob os fortes e vergonhosos, sangrentos e cruentos laços do calvário, onde o Senhor Jesus Cristo morreu para que todos nós sejamos salvos, inclusive as crianças e os filhos dos evangélicos irresponsáveis. Esta epístola com as devidas redação e revisão por fazer, tendo em vista a nova ortografia da Língua Portuguesa, deixamos os parágrafos, acentos, pontos e vírgulas ao critério dos leitores

Pr. Alcides Jamo Little Brown


 
Evangélicos compõem a maioria nos presídios, mostra pesquisa

O sociólogo Clemir Fernandes é coordenador de uma pesquisa que constatou, entre outros dados, que os evangélicos são “incontestavelmente” o grupo mais numeroso e disseminado nos presídios, principalmente no Rio de Janeiro.

No Rio, evangélicos têm o privilégio de terem celas separadas

No Rio, evangélicos têm o privilégio de terem celas separadas

A pesquisa “Assistência religiosa em prisões do Rio de Janeiro: um estudo a partir da perspectiva de servidores públicos, presos e agentes”, do Instituto de Estudos da Religião, será publicada nas próximas semanas.
“Esta predominância acompanha uma tendência de crescimento dos evangélicos na sociedade apontada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”, disse Fernandes.

Ele destacou que, comparando o Censo de 2000 com o de 2010, houve o crescimento de 61% de evangélicos.
A pesquisa de Fernandes mostra que a mudança do perfil dos presidiários, com o aumento significativo de evangélicos, tem apaziguado as detenções, tornando o ambiente menos tenso tanto para os presos como para os funcionários.

O aspecto negativo é que, como “donos” dos presídios, os evangélicos acabam obtendo privilégios, como celas especiais, o que, no caso do Rio, não é permitido.
De acordo com as orientações da Seap (Secretaria Estadual de Administração Penitenciária), os presidiários têm de ser distribuídos nas celas de acordo com o tipo de  seu crime, não tendo como referência a religião de cada um deles.
O Seap aprovou 100 instituições religiosas para dar assistência espiritual nos presídios fluminenses. Do total, 81 são igrejas evangélicas (47 pentecostais, 20 de missão e 14 de outras origens).

Os católicos habilitaram oito instituições; espíritas, seis; Testemunhas de Jeová, três; umbandistas, uma, e judeus também uma.

A pregação dessas entidades dentro dos presídios é feita por 1.194 voluntários.
Alguns poucos presídios têm pastor em tempo integral. Trata-se de pessoa que, antes de ser preso, já era pastor e que acabou cometendo algum delito grave.

Esse é o caso de Ronaldo da Cruz Magalhães, 49, que é “pastor interno” de um presídio do Rio de Janeiro.
Na prisão, ele celebra cultos e batismo e é o responsável por um coral de evangélicos.
Magalhães foi preso por se envolver em tráfico de drogas.

Em 2011, o CNPCP (Conselho Nacional de Polícia Criminas e Penitenciária), órgão do Ministério da Justiça, divulgou uma resolução proibindo que pastores e seus prepostos cobrassem dízimo dentro dos presídios, ficando também impedidos de vender material religioso.

Até agora, ao que parece, esse resolução não “pegou”. .

Com informação de O Globo e de outras fontes e foto de divulgação.


 
Senhores pais, usem a disciplina e salvem seus filhos do inferno e lago de fogo

Como devem os cristãos disciplinar seus filhos? O que diz a Bíblia?

Resposta: Como melhor disciplinar os filhos pode ser uma tarefa difícil de aprender, mas é de importância crucial. Alguns afirmam que a disciplina física (castigo corporal) como a palmada seja o único método que a Bíblia apoie. Outros insistem que “castigos” e outras punições que não envolvam a disciplina física são muito mais eficazes. O que diz a Bíblia? A Bíblia ensina que a disciplina física é adequada, benéfica e necessária.

Não entenda mal – não estamos de modo algum defendendo o abuso infantil. Uma criança nunca deve ser disciplinada fisicamente a ponto de causar-lhe dano físico. De acordo com a Bíblia, entretanto, a disciplina física, de forma apropriada e controlada, é algo bom e contribui para o bem-estar e correto treinamento da criança.

Na verdade, muitas Escrituras promovem a disciplina física. “Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara, e livrarás a sua alma do inferno” (Provérbios 23:13,14; ver também 13:24; 22:15; 20:30). Há também outros versículos que apoiam a correção física (Provérbios 13:24, 22:15, 20:30). A Bíblia fortemente enfatiza a importância da disciplina; é algo de que todos precisamos para que sejamos pessoas produtivas, e é muito mais fácil se aprendido quando somos mais jovens. Crianças que não recebem disciplina muitas vezes crescem rebeldes, não têm respeito à autoridade e como resultado não estão dispostas a prontamente obedecer e seguir a Deus. O próprio Deus usa a disciplina para nos corrigir e conduzir ao caminho certo e para encorajar o arrependimento por nossos atos errados (Salmos 94:12; Provérbios 1:7, 6:23, 12:1, 13:1, 15:5; Isaías 38:16; Hebreus 12:9).

A fim de aplicar a disciplina de forma correta e de acordo com os princípios bíblicos, os pais devem estar familiarizados com o que a Bíblia diz sobre a disciplina. O livro de Provérbios contém sabedoria abundante em relação à educação dos filhos, tais como: “A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe” (Provérbios 29:15). Este versículo descreve as consequências de não disciplinar uma criança – os pais passam vergonha. Naturalmente, a disciplina deve ter como objetivo o bem da criança e nunca deve ser usado para justificar o abuso e maus-tratos infantis. Nunca deve ser usado para descarregar raiva ou frustração.

A disciplina é usada para corrigir e treinar as pessoas a seguir no caminho certo. “E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela” (Hebreus 12:11). A disciplina de Deus é amorosa, assim como deve ser entre o pai e seu filho. A disciplina física nunca deve ser usada para causar danos ou dores físicas permanentes. A punição física deve ser sempre seguida imediatamente por confortar a criança com a garantia de que ele/ela é amada. Esses momentos são perfeitos para ensiná-la que Deus nos disciplina porque nos ama e que, como pais, fazemos o mesmo pelos nossos filhos.

Podem outras formas de disciplina, tais como castigos ou “tempo sentado”, ser usadas no lugar da disciplina física? Alguns pais acham que seus filhos não respondem bem à disciplina física. Alguns pais acham que castigos ou tomar algo das crianças é mais eficaz em estimular a mudança de comportamento. Se esse for realmente o caso, com certeza os pais devem empregar os métodos que melhor produzem a mudança necessária de comportamento. Embora a Bíblia inegavelmente defenda a disciplina física, a Bíblia está mais preocupada com o objetivo de construir um caráter que agrade e Deus do que no método preciso utilizado para produzir esse objetivo.

Para dificultar essa questão ainda mais é o fato de que os governos estão começando a classificar todo o tipo de disciplina física como abuso infantil. Muitos pais não dão palmadas em seus filhos por medo de serem denunciados ao governo e correrem o risco de perderem os seus filhos. O que os pais devem fazer se um governo tornou ilegal a disciplina física de crianças? De acordo com Romanos 13:1-7, os pais devem se submeter ao governo. Um governo não deve nunca contradizer a Palavra de Deus e a disciplina física é, biblicamente falando, para o bem das crianças. No entanto, manter as crianças em famílias em que pelo menos receberão um pouco de disciplina é muito melhor do que perder crianças aos “cuidados” do governo.

Em Efésios 6:4, os pais são orientados a não provocarem os seus filhos à ira. Em vez disso, devem criá-los nos caminhos de Deus. Educar uma criança na “doutrina e admoestação do Senhor” inclui disciplina física controlada, corretiva e amorosa.

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