SKY, maior indústria produtora de filmes pornográficos do mundo, produz Bíblia NVI

Aos leitores: leiam mais sobre a Bíblia NVI, por exemplo; o amigo sabia que a Bíblia NVI pertence ao judeu maçom, maior empresário de toda a imprensa mundial, dono da grande empresa, a poderosa Zondervan, Indústria Gráfica que pertence a SKY, maior produtora mundial de filmes e edições pornográficas. Imagine você pregando a Palavra de Deus através de uma Bíblia produzida e fabricada pela SKY, que só perde em produção de filmes e todo tipo de pornografia no mundo, para a General Motors GM fabricante dos veículos Chevrolet, e nós aqui de Leia o Jornal estamos sendo massacrados aterrorizados pela Sociedade Bíblica Internacional, dona da Biblia NVI filiada a SKY, por ordem do judeu Murdok, já estamos protestados e perdendo nosso jornal, por ter transcrito de um site internacional, http//www.kingdombaptist.org/article426.cfm , matéria afirmando nossa denúncia da NVI.

Entre em nosso site: www.leiaojornal.info e leia mais sobre a NVI e monstruosamente nos atormenta judicialmente


Aos queridos irmãos, por favor, acreditem, esta manhã estava eu pensando em vocês, a começar pelo Pr. Cajueiro, irmão Marcelo, Pr. Pedroza e outros, e Deus pôs no meu coração para lhes enviar este divino estudo.

Por favor, reenvie para os emails de sua confiança

Alcides Jamo Little Brown

Mensageiro da Paz Entrevista Pastor Antônio Gilberto da Silva

Mestre pentecostal comemora 90 anos

Pr. José Wellington Bezerra da Costa ao lado do saudoso Pr. José Apolônio da Silva, irmão do homenageado Pr. Antonio Gilberto da Silva

Pr. José Wellington Bezerra da Costa ao lado do saudoso Pr. José Apolônio da Silva, irmão do homenageado Pr. Antonio Gilberto da Silva

Em outubro deste ano, a Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD) realizará no Centro de Convenções Riocentro, no Rio de Janeiro, mais uma edição de seu tradicional Congresso Nacional de Escola Dominical. Entre os preletores estarão renomados educadores nacionais e internacionais, dentre eles o pastor Antônio Gilberto da Silva, fundador do Curso de Aperfeiçoamento de Escola Dominical (Caped) e um dos maiores nomes da Teologia Pentecostal no país. Consultor Teológico da CPAD, o veterano pastor completou 90 anos de idade no dia 7 de junho, maior parte dos quais dedicada ao ensino da Palavra de Deus no Brasil e no mundo. Nesta entrevista, ele fala sobre sua contribuição à história das ADs brasileiras, a importância da Escola Dominical para denominação e como faz para manter uma carga de leituras, selecionar assuntos e dedicar-se ao estudo.

 

Gunar Berg Como o senhor pode qualificar a sua contribuição à história das Assembléias de Deus em nosso país? Atribuo, em primeiro lugar, à misericórdia de Deus, que me vocacionou para a Sua obra. Eu era muito inexperiente em minha juventude e julgava que aquilo que as experiências que estava cumulando fossem fruto do acaso, mas era a mão de Deus. Por exemplo: meu giro pelo mundo. Hoje, observo que era Deus agindo para eu ter uma visão global de tudo. Eu atribuo tudo isso à compaixão divina, colocando-me em situação de poder colaborar com Sua Igreja. Graças a Deus, eu tive uma esposa compreensível, que me ajuda muito em oração e jejum, e foi possível até agora fazer algo para o Senhor. Dos livros que o senhor escreveu, o mais célebre é o Manual da Escola Dominical, e isso define de forma muito forte o seu ministério. A Escola Dominical ainda é fundamental para a nossa denominação? É fundamental porque é o ensino. Devemos nos recordar que quando Jesus efetuou a Sua obra salvífica, quando estava retornando para o Céu, Ele disse a Seus discípulos em primeiro lugar “Ide e pregai o Evangelho a toda a criatura”. Mas, ao mesmo tempo, o Senhor disse “Ide e ensinai”, e o termo ensinar ali é profundo. É uma pena que a língua portuguesa, devido a ser uma língua pobre diante dos enunciados bíblicos no original grego e hebraico, nem sempre consiga passar toda a profundidade que um texto bíblico está dizendo no original. Deus, em Sua graça, utilizou a língua hebraica para o Antigo Testamento e o grego – não o atual – no Novo Testamento. Deus sabe o que faz, porque a língua grega oferece recursos perante os quais nos curvamos o tempo todo louvando a Deus. Já o português é uma língua limitada, como as demais. O termo ensinar, que no nosso idioma é apenas transmitir conhecimento, na língua grega é uma riqueza. Quando Jesus disse “Ide e ensinai”, isso implicava uma área da Igreja que no princípio e hoje é fundamental: o fazer discípulos. É uma pena que dezenas e dezenas de igrejas evangélicas não cuidem do discipulado cristão. Discipulado cristão, ou seja, “Ide e ensinai”, e a Escola Dominical estão nesse contexto. O conhecimento na área secular tem avançado no mundo; e como fica a igreja evangélica diante disso tudo? Ela precisa avançar no ensino divino. Não é somente no conhecimento secular, mas enquadrar na Bíblia e lecionar a Palavra de Deus, e no poder do Espírito Santo. Certamente devemos nos recordar que em João 14 a 16, na narrativa na qual Jesus celebrou a Ceia pela última vez, e quando esteve no Jardim do Getsêmane, o tema principal desses capítulos é “Eu enviarei o Consolador”, “Eu rogarei ao Pai que envie o Consolador”. E, de fato, o Espírito Santo veio no Dia de Pentecostes. E não podemos realizar a obra de Deus sem o poder do Espírito Santo. Quando digo poder, estou mencionando simplesmente o glorioso batismo no Espírito Santo que é uma dádiva para o salvo. Recebemos pela fé essa dádiva. O senhor é um homem que viajou muito, com muitas experiências, inclusive na área secular, por causa do serviço militar, portanto é natural que tenham surgido mitos em torno de sua pessoa. Por exemplo, costumam afirmar que o senhor foi um cientista da NASA. Na verdade, o senhor foi apenas um adido militar, não foi isso mesmo?

 

“Os frutos vêm da mão de Deus. Eu fui e sou apenas um pequeno instrumento dEle”

 

Não foi bem isso. Nessa parte eu tenho que ser bastante cuidadoso, porque até hoje nem o Departamento de Estado americano e nem o Itamaraty me chamaram para “dar baixa” em alguns documentos. Eu tenho documentos assinados por mim no Itamaraty que, nesse período, funcionava no Rio de Janeiro, mas hoje tudo é em Brasília. Isso aconteceu entre os anos de 1968 a 1972. Foi na época da corrida espacial, em que havia os dois blocos: o oriental, comunista; e o ocidental, capitalista. É uma longa história. Conclusão: a Marinha liberou-me, passei a atender ao Itamaraty e o tempo correu. Chegou então o dia de viajar para fazer três cursos nos EUA. Não posso informar o conteúdo do curso. Anos depois, eu estava em Brasília, em uma universidade, onde fui chamado para dar uma aula, e correu tudo bem. A aula foi de manhã, com almoço, e à noite segui para o aeroporto. Quando estou no aeroporto de Brasília, o alto falante chamou por meu nome para eu comparecer ao Setor de Informações do Aeroporto. Eu fui verificar e uma senhora muito gentil atendeu-me e pediu para que eu me identificasse. Mostrei o meu RG e ela apontou para um senhor e disse que ele desejava falar-me. Tratava-se de um representante do FBI. Como eu fui professor de inglês por muitos anos eu pude dialogar com meu interlocutor, que alertou- -me: “Tenha cuidado com as suas preleções em público”. Perguntei: “Como assim?”. E ele me disse: “A sua preleção na universidade em Brasília”. Perguntei: “Eu transgredi alguma norma?”. Ele respondeu: “Não, mas um alerta nosso é útil. Eu não estou aqui para chamar atenção. Pelo contrário, é para alertá-lo”. Eu agradeci e, de lá para cá, eu tomei muito cuidado. Só posso dizer que quando fiz aqueles cursos nos EUA, eu havia passado no exame de seleção, e a minha área nas Forças Armadas foi eletrônica. O terceiro curso que realizei ali foi ligado à área espacial. É de uma relevância notável, porque enquadra-se na própria Bíblia. Louvo a Deus por ter participado desse crescimento. Vamos prosseguir. Como enriquecer o ministério pastoral? Como o senhor faz para manter uma carga de leituras, selecionar os assuntos e o que o senhor se dedica a estudar? Eu completei 90 anos de idade e espero em Deus ter graça e energia no espírito, alma e corpo para, dentro do possível, prosseguir, com o pé sempre no freio, com cuidado, mas prosseguir. Primeiramente, prosseguir no Reino de Deus, que é muito abrangente. Louvo a Deus porque as portas estão abertas, inclusive na área de literatura, não somente no nosso mundo lusófono, mas também na língua inglesa, de modo que muitas coisas lá contribuíram para o meu crescimento nestes anos. Muitos são os fatores que contribuem para o crescimento ministerial. Eu diria que oração e estudo da Palavra, principalmente. Estudar bastante, inclusive boas obras. Quando eu vasculho meu arquivo para aprimorar-me, louvo a Deus quando observo retrospectivamente e vejo o que ficou para trás. Claro que os frutos vêm da mão de Deus. Eu fui e sou apenas um pequeno instrumento dEle, mas desejo prosseguir, e as portas continuam abertas, e vamos aguardar até onde.


Especial 500 anos da Reforma Sola Scriptura: Somente as Escrituras

Pr. Antonio Gilberto

Deus se tem revelado através dos tempos por meio de suas obras, isto é, da criação (Sl 19.1-6; Rm 1.20). Porém, na Palavra de Deus temos uma revelação especial e muito maior. É dupla esta revelação: a) na Bíblia, que é a Palavra de Deus escrita; e b) em Cristo, que é a Palavra de Deus viva (Jo 1.1). Esta dupla revelação é especial, porque tornou-se  necessária devido à Queda do homem. O que diferencia a Bíblia de todos os demais livros do mundo é a sua inspiração divina (Jó 32.8; 2 Tm 3.16; 2Pe 1.21). É devido à inspiração divina que ela é chamada a Palavra de Deus (Ver 2 Timóteo 3.16 no original grego).

 

Que vem a ser “inspiração divina”? Para melhor compreensão, vejamos primeiro o que é inspiração. No sentido fisiológico, é a inspiração do ar para dentro dos pulmões. É pela inspiração do ar que temos fôlego para falar. Daí o ditado “Falar é fôlego”. Quando estamos falando, o ar é expelido dos pulmões: é o que chamamos de expiração. Pois bem, Deus, para falar a sua Palavra através dos escritores da Bíblia, inspirou neles o seu Espírito! Portanto, inspiração divina é a influência sobrenatural do Espírito Santo como um sopro, sobre os escritores da Bíblia, capacitando-os a receber e transmitir a mensagem divina sem mistura de erro.

 

A própria Bíblia reivindica a si a inspiração de Deus, pois a expressão “Assim diz o Senhor”, como carimbo de autenticidade divina, ocorre mais de 2.600 vezes nos seus 66 livros; isso além de outras expressões equivalentes. Foi o Espírito de Deus quem falou através dos escritores (Ver 2 Crônicas 20.14; 24.20; Ezequiel 11.5). Deus mesmo dá testemunho da sua Palavra (Ver Salmo 78.1; Isaías 51.15,16; Zacarias 7.9,12). Os escritores, por sua vez, evidenciam ter inspiração divina (Ver 2 Reis 17.13; Neemias 9.30; Mateus 2.15; Atos 1.16; 3.21; 1 Coríntios 2.13; 14.37; Hebreus 1.1; 2 Pedro 3.2.). A Bíblia é o único manual do crente na vida cristã e no trabalho do Senhor. O crente foi salvo para servir ao Senhor (Ef 2.10; 1 Pe 2.9). Sendo a Bíblia o livro texto do cristão, é importante que ele a maneje bem, para o fiel desempenho de sua missão (2Tm 2.15). Um bom profissional sabe empregar com eficiência as ferramentas de seu ofício. Essa eficiência não é automática: vem pelo estudo e prática. Assim deve ser o crente com relação ao seu manual – a Bíblia. Entre as promessas de Deus nesse sentido, temos uma muito maravilhosa em Isaías 55.11. Deus declara aí que sua Palavra não voltará vazia. Portanto, quando alguém toma tempo para estudar com propósito a Palavra de Deus, o efeito será glorioso quanto à edificação espiritual e ao engrandecimento do Reino de Deus.

 

A Bíblia alimenta nossas almas (Jr 15.16; Mt 4.4; 1 Pe 2.2). Não há dúvida de que o estudo da Palavra de Deus traz nutrição e crescimento espiritual. Ela é tão indispensável à alma como é o pão ao corpo. Nas passagens acima, ela é comparada ao alimento, porém este só nutre o corpo quando é absorvido pelo organismo. O texto de 1 Pedro 2.2 fala do intenso apetite dos recém-nascidos; assim deve ser o nosso desejo pela Palavra. Bom apetite pela Bíblia é sinal de saúde espiritual. Como está o seu apetite pela Bíblia? A Bíblia é o instrumento que o Espírito Santo usa (Ef 6.17). Se em nós houver abundância da Palavra de Deus, o Espírito Santo terá o instrumento com que operar. É preciso, pois, meditar nela (Js 1.8; Sl 1.2).

 

É preciso deixar que ela domine todas as esferas da nossa vida, nossos pensamentos, nosso coração e, assim, molde todo o nosso viver diário. Em suma: precisamos ficar saturados da Palavra de Deus. Um requisito primordial para Deus responder às nossas orações é estarmos saturados da sua Palavra (Jo 15.7). Aqui está, em parte, a razão de muitas orações não serem respondidas: desinteresse pela Palavra de Deus. Pelo menos três fatos estão implícitos aqui: a) na oração, precisamos apoiar nossa fé nas promessas de Deus, e essas promessas estão na Bíblia; b) por sua vez, a Palavra de Deus produz fé em nós (Rm 10.17); além do mais, c) devemos fazer nossas petições segundo a vontade de Deus (1Jo 5.14), e um dos meios de saber-se a vontade de Deus é através da sua Palavra. Na vida cristã, e no trabalho do Senhor em geral, o Espírito Santo só nos lembrará o texto bíblico preciso se de antemão o conhecermos (Jo 14.26). É possível o leitor ser lembrado de algo que não sabe? Pense se é possível! Portanto, o Espírito Santo quer não somente encher o crente, mas também encontrar nele o instrumento com que operar a Palavra de Deus. Ter o Espírito e não conhecer a Palavra, conduz ao fanatismo.

 

Pessoas assim querem usar o Espírito em vez de Ele usá-las. Conhecer a Palavra e não ter o Espírito conduz ao formalismo. Estes dois extremos são igualmente perigosos. A Bíblia enriquece espiritualmente a vida do cristão (Sl 119.72). Essas riquezas vêm pela revelação do Espírito, primeiramente (Ef 1.17). O leitor que procurar entender a Bíblia somente através do intelecto muito cedo desistirá do seu intento. Só o Espírito de Deus conhece as coisas de Deus (1 Co 2.10). Um renomado expositor cristão afirma que há 32 mil promessas na Bíblia toda! Pensai que fonte de riqueza há ali! Entre as riquezas derivadas da Bíblia está a formação do caráter ideal, bem como a moldagem da vida cristã como um todo. É a Bíblia a melhor diretriz de conduta humana; a melhor formadora do caráter.

 

Os princípios que modelam nossa vida devem proceder dela. A falta de uma correta e pronta orientação espiritual dentro da Palavra de Deus, especialmente quanto a novos convertidos, tem resultado em inúmeras vidas desequilibradas, doentes pelo resto da existência. Essas vidas só um milagre de Deus pode reajustá-las. Pessoas assim ferem-se a si mesmas e aos que as rodeiam. A Bíblia é a revelação de Deus à humanidade. Tudo que Deus tem para o homem e requer do homem, e tudo que o homem precisa saber espiritualmente da parte de Deus quanto à sua redenção, conduta cristã e felicidade eterna, está revelado na Bíblia. Deus não tem outra revelação escrita além da Bíblia. Tudo o que o homem tem a fazer é tomar o Livro e apropriar-se dele pela fé. O autor da Bíblia é Deus, seu real intérprete é o Espírito Santo, e seu tema central é o Senhor Jesus Cristo. O homem deve ler a Bíblia para ser sábio, crer na Bíblia para ser salvo, e praticar a Bíblia para ser santo. Internet Especial 500 anos da Reforma.

 

Pastor Antonio Gilberto é consultor doutrinário e teológico da CPAD, comentarista de Lições Bíblicas de Escola Dominical da CPAD e autor renomado. Artigo adaptado de sua obra “A Bíblia Através dos Séculos” (CPAD).

 

Discurso de posse do pastor José Wellington Costa Junior na 43ª AGO como novo líder da CGADB

Pastor Wellington Junior assumiu a presidência da CGADB focando na manutenção das doutrinas bíblicas e na unidade da Igreja, bem como em avanço nas obras de evangelização e missões

Pastor Wellington Junior assumiu a presidência da CGADB focando na manutenção das doutrinas bíblicas e na unidade da Igreja, bem como em avanço nas obras de evangelização e missões

Cumprimento a todos com a Paz do Senhor! Cumprimento ao pastor José Wellington Bezerra da Costa, a quem consideraremos sempre nosso líder maior, não somente pelos mais de trinta anos servindo à Igreja do Senhor na Mesa Diretora da CGADB, mas por seu exemplo como homem de Deus na oração, na paciência, nas decisões sempre equilibradas, na palavra, nos ensinamentos que nos ministrou, mas, acima de tudo, na humildade, ponto marcante de sua vida, onde nunca procurou levar vantagem como presidente da CGADB. Isso e muito mais é o que vemos nele.

 

Aprendi e espero colocar em prática, pois só assim entendo que a CGADB manterá a sua harmonia, a sua unidade e o bom parâmetro de entidade religiosa e espiritual. Permita-me, em seu nome, cumprimentar a todos os pastores presentes. Querida irmã Wanda Freire Costa, a sua iniciativa na criação da União de Esposas de Ministros das Assembléias de Deus (Unemad) e a liderança que exerceu jamais serão esquecidas.

 

A senhora, que com muita seriedade e lealdade conduziu as esposas de ministros, deixa também a sua marca de uma mulher de oração, mulher séria, que prima pelas atitudes corretas e compromissadas diante de Deus. O seu exemplo de vida, tenho certeza, será sempre observado. Permita-me, em seu nome, saudar a minha esposa, Lídia, e as demais mulheres presentes. Queridos companheiros componentes da Mesa Diretora da CCADB ora empossada. Quero cumprimentá-los e reconhecer a autoridade espiritual que pauta a vida dos senhores. Como verdadeiros líderes e com integridade, conduzem igrejas e convenções regionais.

 

O vosso apoio e confiança depositados em mim foram significativos no alcance dessa grande vitória obtida. Conheço a dedicação e seriedade com que se conduzem na chamada ministerial e não tenho dúvidas de que, juntos, estaremos cumprindo o que o Senhor Deus tem estabelecido para a CGADB nesses próximos quatro anos. Pastores-presidentes de 40 Convenções, das 52 inscritas nos quadros da CGADB, que apoiaram e fizeram a diferença na vitória dessa composição: os senhores serão sempre lembrados como fieis aliados na causa do Mestre.

 

Não posso esquecer a equipe de advogados que está defendendo os interesses da CGADB, composta pela Comissão Jurídica e outros brilhantes advogados, onde se percebeu o carinho com que abraçaram essa causa, tomando-a como se fosse pessoal. Ao pastor e Dr. Edmundo, que contratei para defender a minha candidatura diante do poder judiciário e que o fez com muita competência. Fiz questão de citar o seu nome para que fique bem claro que a Comissão Jurídica da CGADB se ateve apenas em defender a entidade.

 

Não posso deixar de reconhecer o excelente trabalho dos auditores indicados por nós, pastor Marcos Almeida e irmão Edson. Dirijo-me também a esse plenário que, assim como eu, ansiosamente aguardou por esse momento. Para todos nós, o Salmo 118.24: “Este é o dia que fez o Senhor; regozijemo-nos e alegremo-nos nele”. Dr. Davi Diniz Dantas, mui digno desembargador federal da 3ª região, irmão da minha esposa; e pastor Dr. Luiz Alberto, também mui digno desembargador federal da 3ª região: cumprimento-os também com muito carinho. Tenham paciência comigo. Almejávamos por este momento, e estou com vontade de falar muito. Como disse o pregador desta manhã (Pr. Ângelo Galvão – SP), “deixa o negrão falar!”. Mas, vou me conter e falar o que julgo imprescindível. Quero agradecer primeiramente a Deus pela minha vida, pelo meu sustento, pela minha salvação, pelo batismo no Espírito Santo, pela paciência que tem tido comigo, pela chamada ministerial, por me perdoar diante de minhas falhas e limitações, e por me amar. Declaro aqui, Senhor Jesus, diante de todos que me ouvem, que eu te AMO, sou dependente de TI e sem TI nada sou.

 

Agradeço a Deus pelo lar onde fui criado, pelos meus pais que me ensinaram a ser homem de bem, honesto, trabalhador e crente; a confiar em Deus e não desejar nada do que é de outros. Pelos meus irmãos, pela nossa união que sempre esteve presente, desde os inesquecíveis cultinhos que fazíamos em casa quando crianças. Ao nos casarmos, os nossos cônjuges fortaleceram mais ainda esse elo de carinho e amor. Quero agradecer a Deus pela minha família, que nunca deixou de orar por essa causa: minha esposa Lídia, mulher de oração, de fibra, equilibrada e que viveu nesses últimos dois anos um dos momentos mais delicados de sua vida, ajudando a cuida de sua mãe muito enferma, mas que sempre tinha uma palavra de incentivo e coragem. A demonstração de sua fé nos dava a certeza de que a nossa vitória era questão de tempo.

 

Te amo, minha esposa! Ao meu filho José Wellington Bezerra da Costa Neto, que desejou ardentemente por esse momento e que muito nos ajudou nos embates jurídicos com as suas idéias e experiência. Ele não se faz presente, pois está em viajem por ter sido selecionado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo para um mestrado nos EUA. Agradeço à minha nora Érica e a meu neto José Pedro, que o acompanham e que muita falta fazem. A Aline, que está aqui com a Isabela, que está guardadinha ainda, mas veio prestigiar o seu avô, e a meu genro Danilo, que sempre estiveram juntos nos ajudando e apoiando. E ao Leonardo. Permitam-me destacá-lo, pois mesmo muito novo é um brilhante advogado e autor de uma obra jurídica que está disponível nas melhores livrarias do Brasil. Ele muito nos ajudou também com as suas idéias na defesa de nossa eleição. Ao meu sogro, que sempre me apoiou e me orientou também; e à minha querida e inesquecível sogra, irmã Magdalena, que foi uma grande incentivadora no meu ministério.

 

Quero ainda fazer alguns agradecimentos. Foram muitos e incontáveis pastores, desde presidentes de campos e Convenções, e pregadores itinerantes que abraçaram a nossa campanha e por ela oraram e trabalharam. Fica o meu reconhecimento. Ao meu pai, que arregaçou as mangas. Aliás, ela já as mantém arregaçadas e nunca se mostrou cansado em me ajudar e orientar durantes essa campanha.

 

Uma equipe grande de pastores amigos esteve trabalhando comigo alcançando um resultado muito bom de unidade e apoio em todo o Brasil. Destaco dois de uma longa lista: Pr. Felipe e Pr. Alexandre Junior. Queridos irmãs e irmãos, estou consciente da responsabilidade que pesa sobre os meus ombros a partir de agora. Sou crente pentecostal, batizado com Espírito Santo e com fogo, creio nos dons espirituais, creio em milagres, nasci e fui criado na Assembléia de Deus, tenho pela nossa instituição respeito, apreço e tudo farei para mantê-la na forma que o Senhor Jesus a estabeleceu. O apóstolo Paulo, em sua Segunda Carta aos Tessalonicenses, capítulo 2 e versículo 15, nos orienta a guardar as tradições que nos foram ensinadas. Essa é a resposta para contenciosos que, questionando a nossa maneira de ser, perguntam “Onde está escrito na Bíblia que tem de ser assim ou assado?”. A Assembléia de Deus tem uma identidade própria, um perfil e liturgia que não nos cansam, usos e costumes conservados que fazem a diferença diante da sociedade, seja para elogiar ou para criticar, mas isso não nos importa.

 

O que realmente nos importa é trabalhar no sentido de que a nossa Igreja Assembléia de Deus continue detentora das verdades bíblicas e a fonte do bom caráter. Sabemos que a maioria das igrejas neopentecostais saiu de nós, criando as suas próprias liturgias, não se preocupando com usos e costumes, facilitando assim o ingresso dos que só querem a bênção material, mas não querem ter compromisso com o abençoador, ignorando a Volta de Jesus. O que nos preocupa é que algumas Assembléias de Deus querem imitá-las. Mas, na nossa Assembléia de Deus, ainda tem banda – a furiosa –, orquestra, corais e os grupos de louvor (Círculo de Oração, Jovens, Adolescentes e outros), que sempre serão bem-vindos. Não podemos abrir mão das razões que nos levaram a permanecer e amar a nossa igreja. Na nossa Assembléia de Deus, ainda tem mensagens evangelísticas, cultos de oração e doutrina, ou seja, ensino sistemático da Palavra de Deus que leva o crente a ter compromisso com o Senhor Jesus e a sua Vinda. Na nossa Assembléia de Deus, ainda tem a saudação “A Paz do Senhor!”, batismo no Espírito Santo e línguas estranhas, que não nos envergonham e nem nos escandalizam; tem profecias, revelações, visões, enfim, os dons espirituais se manifestando. Estamos recebendo uma Convenção comprometida com Deus. Prometo manter esse comprometimento. Temos muitos projetos para implantar, no sentido de aproveitar a oportunidade que o Senhor Jesus nos concede. O que os nossos antecessores não tiveram tempo de realizar o Senhor Jesus nos escolheu para fazê-lo. Vamos trabalhar com muito cuidado. Entendo que a Convenção não é um patrimônio pessoal, mas do Senhor. Sendo assim, o que prevalece não é a vontade do homem, mas de Deus. Todos encontrarão de nossa parte respeito e dignidade. Aliás, essa sempre foi a postura da Mesa Diretora e assim continuaremos.

 

Não farei da Presidência um pedestal, porque não é. Fomos eleitos para servir a Igreja do Senhor, portanto me considero servo dessa Igreja. Jesus disse: “O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir”. Não estou me comparando a Jesus, mas peço permissão a Ele para usar esse discurso. Estou pronto para servir, sem falsa modéstia. Prometo muito trabalho e atenção aos que nos procurarem, esperando atender a seus anseios, me colocando à disposição de todos – desde os obreiros mais velhos até ao mais novo obreiro, catalogando idéias que nos forem apresentadas e colocando em prática as convenientes. Essa Presidência não vai aceitar, em hipótese alguma, que seja difamada, caluniada e desrespeitada. Respeitarei a todos e exigirei respeito.

 

As leis que nos regem também nos oferecem mecanismos, e não tenham dúvidas, serão usados para chamar à responsabilidade aos que levianamente a desrespeitarem, seja através de manifestações publicas ou redes sociais. Aliás temos catalogadas as manifestações de alguns, que, exagerando em suas críticas através das redes sociais, procuraram denigrir a imagem da Mesa cessante, que sempre “apanhou” e nunca “revidou”, usando termos desrespeitosos, caluniadores e comprometedores. Tenham a certeza que serão chamados à responsabilidade. Temos um Código de Ética que foi implantado para ser observado. Comprometo-me em estar trabalhando em defesa da minha Igreja e Convenção. Quero me dirigir aos companheiros eleitos: contem comigo, não como chefe, porque não o sou – o nosso chefe é Jesus –, mas como um companheiro, porque contarei e preciso dos senhores para juntos fazermos e oferecermos à família assembleiana uma CGADB MAIS PERTO DE VOCÊ! Agradeço a atenção de todos e encerro me inserindo no versículo 24 e capitulo 20 de Atos dos apóstolos: “Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cremos

Cartilha nos ensina como acreditar e ter fé na trindade Santa de Deus Pai, Filho e Espírito Santo

1 – Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão (2Tm 3.14-17);

 

2 – Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn 1.1;2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);

 

3 – No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16-18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);

 

4 – No Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial como o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador; que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2Co 13.13; 2Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5; 2Pe 1.21 e Jo 16.13);

 

5 – Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus (Rm 3.23; At 3.19);

 

6 – Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);

 

7 – No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);

 

8 – Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembléia dos fieis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (1 Co 12.27; Jo 4.23; 1Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);

 

9 – No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);

 

10 – Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo (Hb 9.14; 1Pe 1.15);

 

11 – No batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7);

 

12 – Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme Sua soberana vontade para o que for útil (1 Co 12.1-12);

 

13 – Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a Sua Igreja, antes da Grande Tribulação; a segunda—visível e corporal, com a Sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4.16, 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 14);

 

14 – No comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2 Co 5.10);

 

15 – No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que morreram durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos (Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4);

 

16 – Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo da criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24; 1.27).      Fonte: MP

Deixe uma resposta